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Bares
da Rua Marechal Floriano
Na
edição 166 do Jornal do Centro foi publicada
uma carta do Sr. Sérgio Becker, morador da Salgado
filho, que merece um comentário visando esclarecer
os fatos apontados.
Referia-se o morador a uma reunião realizada em maio
de 2010, no Hotel Everest, com a finalidade de tratar sobre
os bares da Marechal Floriano. Participaram na reunião
a Brigada Militar, a SMIC, a EPTC, além de representantes
dos Bares, sendo que estes últimos não foram
convidados pela Associação. É importante
destacar que não houve a participação
do Ministério Público e sequer houve a intenção
de estabelecer acordos em nome da comunidade visando à
continuidade do funcionamento dos bares.
O fato ocorrido é que a ação do MP
foi baseada na contrariedade de critérios legais
para o funcionamento dos estabelecimentos. Estes, rapidamente
realizaram ações corrigindo as falhas apontadas
e os empreendimentos tiveram o funcionamento liberado pelo
Poder Público. Movidos por esta situação
é que aceitamos o convite da Brigada para debater
o tema.
A Associação não possui prerrogativas
para autorizar o funcionamento, estas são do Poder
Público (SMIC, SMAM, Brigada Militar, Bombeiros,
Delegacia do Trabalho, etc), que certamente foram criteriosos
no exame das condições de funcionamento dos
mesmos, principalmente por serem objeto de manifestação
do MP.
Na reunião criticada pelo morador, participaram cerca
de 90 moradores do entorno dos bares. Eles é que
falaram sobre o problema, colocaram sugestões e aprovaram
procedimentos. O conjunto de reivindicações
apresentadas foi atendido por cerca de duas semanas, sendo
que após, tudo voltou ao que era antes. Insistimos,
inclusive com reunião na Secretaria de Segurança,
com o Comando da Brigada, mas os encaminhamentos não
evoluíram em procedimentos satisfatórios.
Os fatos ocorridos naquela reunião foram relatados
no exemplar do Jornal do Centro daquele mês, na coluna
da Entidade. Uma Associação Comunitária
é exatamente isto que o nome diz, uma livre associação
de pessoas da comunidade, organizadas na busca do bem comum,
quando se ataca uma Associação, se fere às
pessoas que mais participam na comunidade.
Paulo
Guarnieri
Presidente da ACCH
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Errata: Jordana é
do
Gremio Náutico Gaúcho
Em primeiro lugar FELIZ ANO NOVO!
Gostaria de informar que na reportagem da edição
passada sobre minha filha Jordana, feita pela Vanessa, saiu
como se ela fosse do Gremio Nautico União, mas ela
é do Gremio Náutico Gaúcho.
Obrigada
Márcia Fagundes
Moradora do Centro
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Sobre os contêineres
no Centro
Gostaria de me manifestar a respeito da
foto do lixo seco em volta do contêiner para o lixo
orgânico, na rua Fernando Machado. Como podem multar
alguém pela “Falta de cidadania” se descobrirem
que colocou lixo seco junto com o orgânico no único
contêiner existente? Cadê o contêiner
para o lixo seco? Nem Freud explicaria tal multa. Colocando
o lixo seco na calçada, este provavelmente será
vasculhado, esparramado pelos catadores que procuram o seu
sustento. Dialoguei com vários deles, flagrando-os
mexendo no contêiner existente e tentando encontrar
material reciclável. Todos eles concordam que, se
tivesse contêiner para lixo seco, tudo seria mais
fácil. Como disse um deles, “dá muito
trabalho mexer no lixo todo misturado”. Quem sabe,
com um contêiner para o lixo seco, facilitaríamos
a vida deles e teríamos uma calçada mais limpa”
Irena Erika Franzlau
Aposentada Moradora do centro
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Morador quer campanha
para conserto de calçadas
Como morador do Centro, preocupo-me com
os problemas do nosso bairro.
Há uma campanha para o conserto das calçadas
que estão caóticas. Parece-me que que não
está havendo muita receptividade entre os responsáveis.
Sabemos que nos meses de janeiro e fevereiro a cidade fica
com a metade da população. Não seria
a oportunidade da Prefeitura fazer uma campanha? Pois traria
menos transtornos para os transeuntes.
Imagino que os responsáveis pelos imóveis
(inclusive alguns de órgãos públicos)
fossem intimados para fazer os consertos no prazo legal.
Se não for “na marra”, vai ficar como
está.
Lucas
Morador do Centro
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Moradora indignada
com derrubada de árvores
Tô indignada!!! Foram derrubadas
2 árvores, uma delas uma figueira enorme aqui na
Praça Otávio Rocha. Todos os dias a gente
via e ouvia dezenas de pássaros ali, a árvore
dava sombra, trazia vida entre os prédios cinzas.
Ligo prá SMAM e tá sempre ocupado. Como é
possível alguém fazer isso numa cidade conhecida
pelas suas árvores? Quem foi que autorizou? Qual
o sentido de um gesto desses? Alguém sabe o que se
pode fazer para que isso não se repita?
Erna Maria
Moradora do Centro
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