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Edição
Especial 53ª Feira do Livro
Dentro de nossa política
de expansão, por ocasião dos dez anos do Jornal
do Centro, além do site www.jornaldocentro.com.br, que
o leitor vê e lê o jornal digital, estaremos lançando
uma edição especial comemorativa aos cinquenta e
três anos da nossa Feira do Livro de Porto Alegre. Sem dúvida,
o maior evento cultural da cidade localiza-se no Centro, e assim
não poderíamos deixar passar em branco tal data.
Será uma edição especial totalmente a cores,
com tiragem de cinquenta mil exemplares, onde contaremos a história
da feira, sugestões de onde almoçar durante o evento,
entrevistas com patronos, o atual e outros que já foram.
Também entrevistaremos o presidente da Câmara do
Livro, e como fizemos em todas as edições, não
poderíamos deixar de incluir os escritores independentes,
aqueles que não têm condições de expor
na feira, por diversos motivos. Acompanhe nossa edição
especial e se você tiver interesse em participar, acesse
nosso site e saiba como.
Conselhos Tutelares
Em mais uma eleição para os Conselheiros Tutelares,
novamente a desconfiança em relação à
lisura do pleito. Muita gente vendo ônibus e vans transportando
eleitores, prática ilegal realizada descaradamente. Não
houve policiamento por parte do poder público, como normalmente
é feito em pleitos eleitorais normais. A fiscalização
presente na entrada dos locais de votação ou fazia
vistas grossas, ou era conivente com a situação.
Nada contra a articulação de mover grupos ou entidades,
mas beneficiar ilicitamente os eleitores, configura crime eleitoral.
Há um movimento no sentido de impugnação
da eleição. Como já noticiamos várias
vezes, a situação da criança e do adolescente
no Centro está nas mãos destas pessoas.
Cais do Porto
Novamente o Cais do Porto volta ao debate entre nossas autoridades.
Entra governo e sai governo, e estão lá os arquitetos
do “tudo é possível “. Com tanta orla
que temos para desenvolver projetos, como a ponta do Gasômetro,
o Estaleiro Só, nossos administradores passados enterraram
definitivamente nosso porto, prejudicando trabalhadores da área
portuária. Com a duplicação da BR 101, o
escoamento da produção do estado irá direto
para Imbituba, prejudicando até mesmo Rio Grande. Faltou
calado para nossa lagoa e principalmete, vontade política
de desenvolver nossas hidrovias. Rigotto sepultou definitivamente
o Cais Mauá para atividades portuárias, colocando
até uma placa de bronze por seu fechamento. Em seu governo
não tínhamos mesmo riqueza para transportar.
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